ou seja: não prestam para nada.

Há anos, [Robert McKee] viu dois filmes de Manoel de Oliveira e agora assistiu a Alice (Marco Martins, 2005), Call Girl (António-Pedro Vasconselos, 2007), Juventude em Marcha (Pedro Costa, 2006) e Aquele Querido Mês de Agosto (Miguel Gomes, 2008). Achou que o realizador e argumentista de Call Girl deviam ter escolhido o ponto de vista único da call girl e esquecido os outros quatro e nos restantes encontrou desejo de aventura e esforço minimalista, mas… “não são muito hábeis”.

Se se quer usar uma técnica minimal, tem de haver a certeza de que há um conteúdo tremendo, como no Brokeback Mountain” (ou O Amor é um Lugar Estranho, Morrer em Las Vegas, Confissões de Schmidt, enuncia) e só o encontrou em Alice.

in P2

One response to “ou seja: não prestam para nada.

  1. exacto. porque o alice é mesmo um dos melhores filmes portugueses de sempre. muito bem feito.

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